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Brasil,17/03/2026

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    Canon transforma experiência em estratégia e aproxima tecnologia do olhar criativo no evento “Uma Canon na Mão”

    Imersão realizada em São Paulo reuniu profissionais do audiovisual e apresentou, na prática, o potencial das novas EOS C50 e EOS R6 Mark III


    Canon transforma experiência em estratégia e aproxima tecnologia do olhar criativo no evento “Uma Canon na Mão”

    Na última semana, São Paulo foi palco de uma experiência que vai além da demonstração de equipamentos: foi um convite à criação. A Canon do Brasil realizou o evento “Uma Canon na Mão”, na Casa Canon, na Vila Mariana, reunindo profissionais de fotografia, vídeo, cinema e produção de conteúdo digital em uma imersão prática e sensorial.

    Com vagas limitadas e quatro sessões diárias, o formato intimista permitiu algo raro no universo tecnológico: tempo para experimentar. Mais do que observar especificações técnicas, os participantes puderam testar, explorar e, principalmente, sentir o desempenho das câmeras em situações reais de produção.

    O encontro também marcou a apresentação de dois destaques do portfólio da marca: a câmera cinema EOS C50 e a mirrorless EOS R6 Mark III. Ambas foram colocadas à prova em diferentes cenários criados especialmente para evidenciar sua versatilidade — da fotografia à produção audiovisual profissional.


    A proposta da Canon foi clara: sair do discurso e entrar na prática. Segundo Fabio Zuccaratto, Gerente de Foto, Cinema e Broadcast da Canon do Brasil, o projeto nasceu com foco na vivência real do criador. “Queríamos proporcionar uma experiência autêntica, permitindo que os profissionais experimentassem a tecnologia Canon e descobrissem como ela pode potencializar suas diferentes linguagens criativas”, destaca.

    Esse posicionamento reforça uma mudança importante na forma como grandes marcas dialogam com o mercado. Em vez de apenas apresentar produtos, a Canon apostou na construção de repertório — conectando tecnologia, narrativa e linguagem.

    Para Ângela Paleari, responsável pelo marketing da área de Foto, Cinema e Broadcast, o evento também teve um papel estratégico. “Ao reunir criadores, parceiros e clientes no mesmo espaço, conseguimos transformar demonstrações de produtos em conversas relevantes sobre linguagem, narrativa e negócios”, afirma.

    Entre os destaques da experiência, uma ativação chamou atenção pela originalidade: a recriação de um boteco brasileiro. Com música ao vivo, iluminação ambiente e elementos cotidianos — como copos gelados e mesas ocupadas — o cenário foi pensado para simular desafios reais de captação, como luz mista e movimento constante. O resultado foi um laboratório vivo de criação, onde cada clique ou gravação trazia decisões técnicas e estéticas em tempo real.


    Outro momento marcante foi a participação do cineasta João Castelo Branco, ABC, que compartilhou sua trajetória e reflexões sobre o audiovisual contemporâneo. Sua presença reforçou o caráter formativo do encontro, ampliando o olhar dos participantes para além da técnica.

    O retorno do público foi imediato e positivo. Profissionais destacaram a relevância de eventos que permitem não apenas conhecer, mas experimentar — em um ambiente colaborativo, inspirador e, sobretudo, humano.

    Em um mercado cada vez mais saturado de informação e lançamentos, iniciativas como “Uma Canon na Mão” mostram que o diferencial não está apenas na tecnologia, mas na forma como ela é apresentada. Ao colocar o equipamento nas mãos de quem cria, a Canon reafirma uma verdade essencial: são as histórias — e não apenas as máquinas — que movem a imagem.




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