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Brasil,02/04/2026

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    Cor que transforma: Suvinil leva experiência sensorial à Bienal de Arquitetura Brasileira em São Paulo

    Instalações, projetos e ativações convidam o público a refletir sobre o papel da cor na forma como vivemos e percebemos os espaços


    Cor que transforma: Suvinil leva experiência sensorial à Bienal de Arquitetura Brasileira em São Paulo Foto: André Klotz

    A Bienal de Arquitetura Brasileira já está acontecendo e se consolida como um dos principais encontros entre arquitetura, cultura e reflexão sobre o país. Realizada no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, a mostra segue aberta ao público até o dia 30 de abril, reunindo projetos de arquitetos de diversas regiões do Brasil.

    Patrocinadora e tinta oficial do evento, a Suvinil marca presença com a proposta “Cor Muda Tudo”, que vai além da estética e propõe uma reflexão sobre o impacto da cor na maneira como as pessoas se relacionam com os ambientes.

    Mais do que um elemento visual, a cor aparece como linguagem. Ela evidencia materiais, cria atmosferas e constrói narrativas capazes de conectar experiências e memórias. Na Bienal, esse conceito ganha forma nos próprios espaços expositivos, que recebem diferentes tonalidades do portfólio da marca, aplicadas conforme a proposta de cada projeto.

    Segundo Sylvia Gracia, a cor acompanha transformações sociais e culturais, refletindo comportamentos e ajudando a traduzir o tempo em que vivemos. A fala reforça a ideia central da participação da marca: provocar o olhar para além da pintura.

    Um dos destaques da experiência é o “Boteco Suvinil”, uma instalação inspirada no estudo Co(r)existir 2026, assinada pelos designers Nicole Tomazi e Sergio Cabral. O espaço recria um dos cenários mais simbólicos da cultura brasileira e propõe uma vivência que mistura arquitetura, cotidiano e memória afetiva.

    O boteco surge como um símbolo de convivência: lugar de encontros, conversas e trocas espontâneas. Ao ser inserido no contexto da Bienal, ele valoriza a arquitetura vernacular e reforça a identidade cultural brasileira como ponto de partida para pensar o futuro da arquitetura.

    No ambiente, também ganham destaque as cores do ano de 2026 — Tempestade e Cipó da Amazônia — que ajudam a materializar o conceito de coexistência entre pessoas, espaços e histórias.

    Além da proposta arquitetônica, o espaço conta com uma experiência gastronômica em parceria com o Selvagem, ampliando a imersão do público em um ambiente onde cultura, convivência e sensorialidade se encontram.

    A Bienal segue aberta diariamente, das 9h às 22h, convidando visitantes a explorar como arquitetura, cor e identidade se entrelaçam na construção dos espaços e das relações humanas.




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