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Brasil,02/04/2026

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    5 autores que entram em domínio público em 2026

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    5 autores que entram em domínio público em 2026


    A partir de 1º de janeiro de 2026, as obras de escritores falecidos em 1955 passam a integrar o domínio público no Brasil. Isso significa que seus livros poderão ser publicados, adaptados e distribuídos livremente, sem a necessidade de pagamento de direitos autorais, conforme determina a legislação brasileira, que prevê a liberação 70 anos após a morte do autor, contados a partir do ano seguinte ao falecimento.
    Entre os nomes que passam a ter suas obras liberadas estão figuras da literatura e do pensamento do século 20, como o alemão Thomas Mann e o norte-americano Dale Carnegie.

    Autores como Machado de Assis, Virginia Woolf, Ernest Hemingway e William Shakespeare já fazem parte do domínio público há anos.
    A seguir, confira cinco autores que entram em domínio público em 2026:

    Thomas Mann (1875–1955)
    Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1929, o escritor alemão é um dos grandes nomes da literatura do século 20. Autor de obras como A Montanha Mágica e A Morte em Veneza, Mann explorou temas como decadência moral, identidade e tensões sociais. Em 2026, editoras brasileiras já preveem novas edições e projetos especiais com sua obra.


    Dale Carnegie (1888–1955)
    Referência mundial no campo do desenvolvimento pessoal, Carnegie ficou conhecido por livros voltados à comunicação, liderança e relações interpessoais. Seu maior sucesso, Como fazer amigos e influenciar pessoas, tornou-se um clássico do gênero e segue influente décadas após o lançamento.


    James Agee (1909–1955)
    Escritor, jornalista e roteirista, Agee construiu uma obra marcada pela sensibilidade social e pela força emocional. É autor de Elogiemos os homens ilustres, escrito com o fotógrafo Walker Evans, e do romance Uma morte em família, que lhe rendeu o Prêmio Pulitzer de forma póstuma.

    Wallace Stevens (1879–1955)
    Um dos principais poetas do modernismo em língua inglesa, Stevens investigou, em sua obra, os limites entre imaginação e realidade. Recebeu o Prêmio Pulitzer de Poesia no ano de sua morte e deixou livros como Harmonium e Notes Toward a Supreme Fiction.

    Robert P. Tristram Coffin (1892–1955)
    Poeta e editor norte-americano, Coffin teve sua produção fortemente ligada à paisagem e à cultura da Nova Inglaterra. Vencedor do Prêmio Pulitzer de Poesia por Strange Holiness, também atuou como mentor de novos autores ao longo da carreira.




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