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Brasil,07/04/2026

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    Medo de lugares apertados? Conheça destinos de viagem não recomendados para claustrofóbicos

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    Medo de lugares apertados? Conheça destinos de viagem não recomendados para claustrofóbicos


    Suor frio nas mãos, sensação de sufocamento e a impossibilidade de encontrar uma saída. Pessoas claustrofóbicas reconhecem imediatamente os sinais do desconforto angustiante causado por espaços fechados, muitas vezes, resultado de uma experiência traumática anterior relacionada a uma situação semelhante.
    Esse alarme também pode ser acionado durante uma viagem. Se você não tolera ficar em locais fechados por muito tempo, sugerimos evitar visitar os seguintes lugares ao redor do mundo.
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    Lugares não recomendados para claustrofóbicos
    Túneis de Cu Chi (Ho Chi Minh, Vietnã)
    Túneis de Cu Chi (Ho Chi Minh, Vietnã)
    Getty Images
    A 44 km ao norte da antiga Saigon (hoje Ho Chi Minh), encontra-se o complexo dos túneis de Cu Chi, um sistema de passagens subterrâneas construídas durante a invasão francesa em 1945 e ampliadas durante a Guerra do Vietnã, como base de operações e esconderijo do Viet Cong. Hoje, visitar esses túneis é uma experiência imperdível para quem passa por Ho Chi Minh, e pelo Vietnã. No entanto, (falo por experiência própria) não recomendo entrar agachado em túneis que despertam uma vontade desesperada de sair. Bem rápido.
    Restaurante submarino Ithaa (Maldivas)
    Restaurante subaquático
    Getty Images
    De tempos em tempos, o arquipélago das Maldivas surpreende com o impossível: desde o gigantesco Kids Club do Soneva Jani até proezas arquitetônicas como o primeiro restaurante subaquático do mundo, localizado no resort Conrad Maldives Rangali Island. A cinco metros de profundidade no Oceano Índico, o Ithaa oferece uma experiência imersiva onde se degustam pratos sofisticados, de carne wagyu australiana à lagosta das Maldivas, cercado pelas águas cristalinas do oceano. Uma experiência única, mas potencialmente desconfortável para quem não gosta de espaços fechados (e submersos).
    Interior da Grande Pirâmide de Gizé (Egito)
    Grande Pirâmide de Gizé (Egito)
    Pete Linforth/Pixabay
    Esse é um clássico entre locais não recomendados para claustrofóbicos. Sim, entrar nas entranhas das pirâmides é uma experiência única para se conectar com a história dos faraós e os mistérios do Antigo Egito; no entanto, é importante saber que as instalações praticamente não foram modernizadas, com passagens mal iluminadas revelando trechos apertados e extremamente fechados – nada recomendáveis para claustrofóbicos. Especialmente no interior da icônica Grande Pirâmide de Gizé.
    Cenote Choo-Ha (Cobá, México)
    Cenote Choo-Ha (Cobá, México)
    Getty Images
    Os cenotes da península de Yucatán são oásis azuis perfeitos para um mergulho durante uma viagem pela terra dos maias. Todos eles, exceto aquelas cavidades mágicas que podem ser muito fechadas para algumas pessoas. Um bom exemplo é o cenote Choo-Ha (Gota D’Água), a 40 km ao noroeste de Tulum, no sítio arqueológico de Cobá. Um abrigo escavado a 12 metros de profundidade, onde a pouca luz, a grande superfície de água e as paredes rochosas formam um santuário que pode ser sufocante para alguns visitantes.
    Catacumbas de Paris (França)
    Catacumbas de Paris (França)
    Hartmut Kellner/Pixabay
    No 14º distrito da capital francesa, perto da praça Denfert-Rochereau, ficam as famosas catacumbas de Paris. Um conjunto de até 300 km de túneis, que inicialmente eram pedreiras de calcário usadas na construção de muitos monumentos da cidade. No entanto, no final do século XVIII, as epidemias que assolaram Paris fizeram com que as autoridades utilizassem esses túneis como túmulo para milhares de pessoas, cujos restos mortais podem ser vistos hoje em um percurso nada ideal para viajantes que se sentem mal em espaços labirínticos e muito fechados.
    Estações de trem: de Shinjuku (Japão) a Agra (Índia)
    Estação de trem no Japão
    Getty Images
    Estações de trem em diversas cidades podem se tornar um pesadelo para pessoas que evitam multidões, especialmente nos horários de pico em locais super movimentados. Um exemplo é a estação de Shinjuku, uma das mais lotadas de Tóquio; ou as estações da Índia, onde a falta de ar pode ser percebida tanto na estação quanto dentro do trem, no qual passageiros podem ficar espremidos por vários minutos (ou até horas).
    Passagem de Spooky Gulch (Utah, EUA)
    Passagem de Spooky Gulch (Utah, EUA)
    Getty Images
    A memória da terra sussurra no coração dos Estados Unidos por meio das cores e formas sinuosas dos cânions de Utah. Um conjunto de passagens esculpidas pela natureza, entre as quais se destaca Spooky Gulch, uma galeria estreita que serpenteia por cerca de 800 metros nas profundezas do cânion, com trechos que vão se estreitando até limites extremos.
    Peregrinações: de Meca ao Kumbh Mela
    Retorno à Caaba, em Meca
    ekrem/Pixabay
    Nem todas as peregrinações são relaxantes e tranquilas como o Caminho de Santiago, na Espanha. Em países onde a religião exerce forte influência, milhares, ou mesmo milhões, de pessoas percorrem juntas o mesmo trajeto, terminando em multidões tão densas que se perder pode ser fatal.
    Em 2024, 922 pessoas morreram em razão da superlotação e das altas temperaturas durante o retorno à Caaba, em Meca (Arábia Saudita). Eventos como o Kumbh Mela, uma peregrinação aos rios sagrados da Índia, este ano, na cidade de Prayagraj – cuja concentração humana é visível até do espaço, demonstram o potencial claustrofóbico de lugares que acolhem êxtases religiosos.
    A rua mais estreita de Praga
    Vinarna Certovka, a rua mais estreitade Praga
    Getty Images
    Há muitas boas ideias para curtir Praga, mas uma das menos recomendáveis para quem sofre de claustrofobia é se embebedar e tentar atravessar a Vinarna Certovka, a rua mais estreita da capital tcheca. Essa via, com apenas 70 cm de largura em seu trecho mais apertado, fica no bairro de Malá Strana, um dos mais bonitos e históricos da cidade.
    *Matéria publicada originalmente na Condé Nast Traveler Espanha.
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