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Brasil,10/05/2026

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    Rosiane Paula Felizardo

    Mães

    As mãos visíveis do amor invisível de Deus

    Arquivo pessoal
    Mães Minha mãe (em memória), e eu.

    Há datas que não apenas passam pelo calendário. Elas atravessam a alma. O Dia das Mães é uma delas. Para muitos, é sinônimo de abraços, encontros e celebrações. Para outros, é também memória, saudade e silêncio. E ainda assim, mesmo quando a ausência física se faz presente, o amor de uma mãe continua vivo, porque aquilo que nasce do amor verdadeiro jamais conhece o fim. O corpo pode partir, mas os vínculos construídos por Deus permanecem eternamente ligados no espírito, na essência e nas lembranças que nunca morrem.

    Existe uma ligação entre mãe e filho que ultrapassa a lógica humana. É um elo invisível, mas profundamente real. Talvez por isso a Palavra de Deus declare que “o que for ligado na terra será ligado nos céus”. Há promessas divinas que o coração compreende antes mesmo da razão conseguir explicar. O amor materno carrega algo do próprio céu: proteção, cuidado, entrega, misericórdia e permanência. Uma mãe nunca deixa completamente um filho, porque sua presença continua ecoando naquilo que ensinou, no amor que plantou e na marca eterna que deixou na alma daqueles que gerou.

    Ser mãe é uma das maiores missões concedidas por Deus à mulher. Não apenas porque gera vidas, mas porque ajuda a formar corações. Deus, em Sua infinita sabedoria, escolheu mulheres para serem representantes do Seu amor aqui na Terra. O Criador, que poderia fazer tudo sozinho, decidiu compartilhar com as mães a sublime responsabilidade de cuidar, ensinar, acolher, proteger e amar incondicionalmente. Há algo profundamente divino no colo de uma mãe. Há algo do próprio Deus em sua capacidade de perdoar, insistir, esperar e permanecer.

    Talvez por isso o amor materno seja um dos sentimentos mais próximos da compreensão humana sobre o amor de Deus. Um amor que corrige sem deixar de amar. Que sofre junto. Que protege mesmo cansado. Que ora em silêncio. Que permanece firme mesmo diante das tempestades. Uma verdadeira mãe nunca mede esforços para ver um filho seguro, feliz e protegido. E exatamente assim é o coração do Pai celestial conosco: um amor constante, misericordioso e inabalável, que nos chama de volta mesmo quando nos afastamos.

    Neste Dia das Mães, mais do que flores e homenagens, talvez o maior presente seja reconhecer o valor sagrado dessa missão. Honrar as mães é também honrar o cuidado de Deus sobre a humanidade. É compreender que, através delas, o Senhor manifesta ternura em um mundo muitas vezes endurecido pela dor e pela pressa. Mães são abrigo em dias difíceis, força quando tudo parece desmoronar e oração viva quando faltam palavras. São instrumentos divinos carregando o dom de multiplicar amor em tempos que tanto necessitam dele.

    E mesmo quando a saudade visita o coração, ela não precisa ser apenas dor. A saudade também é prova de que existiu amor verdadeiro. Quem teve uma mãe que amou, protegeu, aconselhou e deixou marcas de bondade carrega consigo um tesouro eterno. Há ausências que os olhos sentem, mas que a alma continua abraçando todos os dias. Porque aquilo que Deus une em amor não se perde no tempo, nem se desfaz com a distância entre a terra e o céu.

    Hoje, entre lágrimas de nostalgia e sorrisos de gratidão, permanece a certeza: ser mãe é graça, propósito e herança do Senhor. E ser filho é receber, através delas, uma das mais belas expressões do cuidado divino. Que nunca nos falte amor para honrá-las, gratidão para reconhecê-las e fé para compreender que os laços criados por Deus continuam vivos além daquilo que os olhos conseguem ver.

    Feliz dia das mães!

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    Rosiane de Paula Felizardo



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