Juçara Costa — Arte, verdade e humanidade em movimento
Sua atuação na revista nasce de um compromisso que vai além da estética: envolve caráter, humanidade e verdade.
Diretora de Arte e Cultura da Revista Salto, Juçara Costa carrega no olhar a experiência de quem entende que a arte não é enfeite — é essência. Sua atuação na revista nasce de um compromisso que vai além da estética: envolve caráter, humanidade e verdade.
Para Juçara, estar na Salto tem um significado muito pessoal. A relação de confiança construída ao longo dos anos com Aline, idealizadora da revista, é um dos pilares que sustentam seu trabalho. Mais do que uma parceria profissional, ela reconhece um encontro de valores.
“Trabalhar com seriedade, foco e honestidade é o mais importante para mim. Experiência nós vamos adquirindo juntos. Errar e acertar faz parte, mas caráter, determinação e honestidade são fundamentais. E eu encontrei isso na Aline e na revista.”
Ela destaca a sensibilidade da liderança e a forma como o trabalho é conduzido: com direção, mas também com autonomia. Para Juçara, essa liberdade criativa é essencial para que a arte seja autêntica. “Estar na Salto é saber que eu também vou dar saltos na vida.”
A arte precisa ser verdadeira
Na escolha e no acompanhamento dos trabalhos artísticos que compõem a revista, Juçara tem critérios claros. Ela busca o que é genuíno, o que carrega verdade.
Para ela, a arte precisa provocar pensamento, tocar o coração e gerar transformação. Caso contrário, ainda não está pronta para se apresentar como arte. Sua visão valoriza a criatividade, mas sobretudo a capacidade de despertar consciência.
Esse olhar cuidadoso ajuda a construir uma identidade cultural para a revista, baseada em profundidade e significado.
Arte como ponte entre pessoas
Na visão da diretora, a importância da arte está justamente na sua capacidade de aproximar. Ela conta histórias diferentes, registra a trajetória da humanidade e preserva a ancestralidade.
“A arte é viva, orgânica, genuína. Ela traz o mental, mas principalmente traz a verdade do ser humano.”
Para Juçara, é por meio da arte que acessamos nossa história coletiva. É ela que conecta gerações, culturas e experiências.
A vida como expressão artística
Quando fala sobre inspiração, Juçara não aponta apenas para museus ou palcos. Sua resposta é simples e profunda: acordar e reconhecer que está viva já é uma forma de expressão artística.
Tudo que é vida, tudo que é autêntico, tudo que permite crescimento e transformação, ela considera arte. Para ela, a expressão artística está no cotidiano, nas oportunidades de evoluir e ser melhor para um mundo melhor.
A arte, segundo Juçara, está o tempo inteiro ao nosso redor. É preciso apenas ter o olhar e o coração abertos — não para fazer acontecer como esperam, mas como sentimos que deve acontecer.
Com serenidade e convicção, Juçara Costa reafirma que arte é verdade. E, na Revista Salto, essa verdade ganha espaço para florescer. ✨





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