Comunicar é estar presente: o salto consciente de Camila Sol
Foto: Danilo Roquete Camila Sol viveu seu salto mais decisivo quando passou a enxergar a comunicação não apenas como execução técnica, mas como linguagem, escolha e responsabilidade. Ao ouvir as histórias por trás das pautas e compreender o impacto real das narrativas, seu trabalho deixou de ser entrega para se tornar presença, capaz de legitimar existências, abrir diálogos e provocar transformações. Camila se vê como ponte entre sensibilidade e organização, ideia e execução. Defende que informar não basta: é preciso contextualizar, refletir e assumir o impacto do que se publica. Valoriza subjetividades, narrativas invisibilizadas e os temas do cotidiano, onde a vida acontece de fato. Entre silêncio e movimento, medo e coragem, aprendeu que crescer é seguir mesmo sem todas as respostas. Seu legado desejado é o do cuidado: uma comunicação responsável, afetuosa e transformadora. Seu conselho é simples e honesto: não espere o medo passar. Dê o salto com ele.
Movida por curiosidade, escuta e afeto, acredita em uma comunicação profunda, ética e sensível, que não exclui e não silencia o que importa. Na Revista Salto, encontrou um espaço vivo de construção coletiva, onde pessoas vêm antes dos formatos. Aceitou o desafio por confiar no projeto, nas relações e na força de uma comunicação feita com verdade.






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