Glória Barcelos
Constelação Familiar
Portal de Cura
A Constelação Familiar é um método que busca identificar a raiz de um problema. Uma vez identificada, torna-se necessária uma caminhada em direção à cura, ou seja, uma mudança de postura ou, muitas vezes, um tratamento mais intensivo, especialmente em casos como estupro, abandono, entre outros. É um método de ajuda complementar, aliado à psicologia, sem qualquer vínculo religioso. Em apenas uma sessão, pode-se compreender a razão de bloqueios nos relacionamentos, nas finanças, na saúde mental, física ou emocional.
Bert Hellinger, teólogo, filósofo e psicanalista, observou e registrou fenômenos já percebidos por nossos ancestrais, contextualizando-os por meio de dinâmicas às quais deu o nome de Constelação Familiar. A constelação pode ser realizada em grupo, envolvendo pessoas, ou de forma individual, com bonecos sobre a mesa ou na água, sendo conduzida por um facilitador com formação e conhecimento das leis sistêmicas.
A pessoa que irá constelar expõe sua dor de maneira sucinta, apresentando o motivo da constelação. Em seguida, o facilitador, ou a própria pessoa, convida participantes para representar membros de seu sistema familiar: pai, mãe, irmãos, parceiros, filhos e outros que se fizerem necessários no desenvolvimento do trabalho. É como um teatro sem roteiro, no qual os representantes vivenciam sentimentos que se manifestam simultaneamente entre os componentes do grupo. Não se trata de mágica, mas de sentimentos.
Os participantes captam o campo energético que envolve a vida daquele indivíduo e o manifestam por meio de gestos e expressões como indiferença, abraço, riso, choro, olhar, dores, tristeza ou desejo. Essas pessoas tornam-se responsáveis por representar a história do constelado da forma mais autêntica possível, sem se preocupar com movimentos previamente planejados. A partir daí, o facilitador realiza a leitura do campo e identifica a possível origem do problema, que pode, inclusive, ser transgeracional.




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